OS 11 TITULARES DE TODOS OS TEMPOS

 

Perto de completar 100 anos, muitos craques já vestiram a camisa do Corinthians. Nesse post, escalarei o melhor Corinthians de todos os tempos, em cada posição, segundo pude pesquisar.

1 – Gilmar Dos Santos Neves (Goleiro) – O maior goleiro do Brasil de todos os tempos. Não precisa de apresentação. Jogou durante dez anos (1951 a 1961) no gol corintiano. No histórico título do 4° Centenário, em 1954, Gilmar, com suas defesas, foi o grande responsável pela conquista sobre o Palmeiras.

2- Zé Maria (Lateral-Direito) – O Super-Zé, capitão durante muitos anos, era amado pela torcida por sua técnica e raça. Fez parte do time campeão de 1977 como titular.

3- Domingos da Guia (Zagueiro Central) – Jogou de 1944 a 1948, já veterano. Mesmo não conquistando nenhum título, foi o melhor de sua posição em todos os tempos. Domingos é o pai de Ademir da Guia.

4- Gamarra (Quarto-Zagueiro) – Campeão Brasileiro em 1998 e Paulista em 1999, o paraguaio se destacava por desarmar sem cometer faltas.

5- Roberto Belangero (Centromédio) – “É o jogador que eu vi mais bater bonito na bola”, dizia o gênio Nilton Santos, com quem jogou na seleção brasileira. Jogador clássico, era cria do Corinthians, fez época no time do começo dos anos 50.

6- Wladimir (Lateral-Esquerdo) – Realizou 803 jogos com o manto sagrado. Ninguém mais do que ele vestiu tantas vezes a camisa corintiana. Fez parte do time de 1977 e da famosa Democracia Corinthiana.

7- Cláudio (Ponta-Direita) – O “Gerente” é até hoje o maior artilheiro do clube, com 305 gols. Batedor de falta preciso, Cláudio também tinha outra jogada mortal: os cruzamentos perfeitos para as cabeçadas de Baltazar. Sua inteligência dentro de campo era sua marca registrada.

8- Luizinho (Meia-Direita) – O “Pequeno Polegar” alegrava os espetáculos com seus dribles e sua inteligência. Ele gostava de jogar contra o Palmeiras e se tornou um carrasco alviverde (maior artilheiro do clássico). Foi o segundo jogador que mais partidas disputou pelo Corinthians.

9- Baltazar (Centroavante) – O “Cabecinha de Ouro” jogou durante doze anos no Timão. Entre suas qualidades, se sobressaia uma: foi um dos maiores cabeceadores de todos os tempos. É o segundo maior artilheiro do clube, com 266 gols. Foi um dos ídolos de Pelé quando criança.

10- Rivellino (Meia-Esquerda) – O “Reizinho” do parque foi um jogador excepcional. Com sua “Patada Atômica”e seus dribles desconcertantes, foi o melhor tecnicamente na posição de meia. Infelizmente, o destino não quis que ele ganhasse um título paulista com a camisa corintiana.

11- Sócrates (Centromédio/Meia) – Foi um gênio, um jogador acima da média, mesmo não sendo um atleta. Foi o intelectual que orientou a criação da Democracia Corinthiana. Dentro de campo era imprevisível, sutil e brilhante. Jogava melhor de costas do que a maioria de frente.

Esses são os onze melhores jogadores de todos os tempos em suas posições.

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OS 10 MELHORES QUE EU VI JOGAR

 

Semana passada, conversando com um amigo, cheguei a conclusão dos dez melhores jogadores que eu vi atuar com o manto alvinegro. Como nasci em 1981, não vi o Timão bi-campeão paulista (82/83) jogar. A primeira equipe me marcou foi de 1988, com Carlos, Ronaldo, Marcelo Dijan, Édson, Biro-Biro,  Wilson Mano, João Paulo, Éwerton, Edmar, Viola e por aí vai.

Mas meus grandes ídolos atuaram dos anos 90 para frente. Sem me importar com posição de cada jogador, citei para ele os seguintes nomes que mais me marcaram:

Ronaldo (goleiro)

Gamarra (zagueiro)

Rincón (volante)

Vampeta (volante)

Cristian (volante)

Neto (meia)

Marcelinho (meia)

Edílson (atacante)

Tevez (atacante)

Ronaldo “Fenômeno” (atacante)

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Mais uma vitória no sufoco

Anteontem, dia 24, o Timão enfrentou o Oeste, em Araraquara, pelo Campeonato Paulista. Com um pouco de dificuldades, o Corinthians venceu mais uma. Mano Menezes optou por escalar um time “misto”, com Paulo André no lugar de Willian na zaga, Boquita, Edu e Ralf no meio e, ainda, promoveu a “estréia” de Defederico como titular.

O que a torcida não consegue entender é a presença de Souza e Bill nesse time, e o pior,  jogando juntos. O ataque ficou lento, sem criatividade, e com Souza parado esperando todas as bolas no pé. Bill, tentou fazer o que não é a sua, armar jogadas. Pelo futebol dos dois, ambos não poderiam vestir a camisa alvinegra.

Os pontos positivos, além da vitória por 2×1, foram as boas presenças de Edu e Matias Defederico, principalmente na primeira etapa. Edu, como sempre, não errou passes, orientou bem o Ralph, mas caiu de rendimento no segundo tempo. Por ser seu primeiro jogo, ainda estava abaixo dos outros fisicamente. Já Defederico foi o melhor em campo. Dono de belos dribles e passes, o argentino foi quem mais apareceu com perigo no ataque. Deixou Boquita na cara do gol (nos 2×0) e também fez uma bela jogada no segundo tempo. Deu um drible da vaca, mas ao invés de tocar para Souza que vinha de frente para o gol, chutou em cima do goleiro. A falta de maturidade de Matias é algo que pesa contra ele, mas seu futebol moleque já começa a encantar o exigente torcedor corintiano.

Amanhã, quarta-feira, o Coringão irá enfrentar o Mirassol no Pacaembu. Se vencer, o Corinthians poderá assumir a liderança isolada do Paulistão. Mano Menezes já tem o time que irá jogar. O Timão vai de Felipe, Alessandro, Paulo André, William e Escudero; Marcelo Mattos, Elias, Tcheco e Danilo, Dentinho e Ronaldo.

Vai Corinthians!

Ficha Técnica

OESTE 1 X 2 CORINTHIANS

Estádio: Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Data/hora: 24/01/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Fabio de Jesus Volpato Mendes
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves e Giulliano Neri Colisse
Cartões amarelos: Alê (OES); Ralf (COR)
GOLS: Paulo André, 28’/1ºT (0-1); Boquita, 35’/1ºT (0-2); Ricardinho, 36’/1ºT (1-2)
OESTE: Mauro; Dionísio, Adriano, Rogério e Fernandinho; Kleber, Alê (André Luiz, INT), Rivaldo e Bruno Campos (Mazinho, INT); Ricardo Bueno e Ricardinho (Guto, 30’/2ºT. Técnico: Paulo Comelli

CORINTHIANS: Felipe; Balbuena (Jucilei, 20’/2ºT), Chicão, Paulo André e Roberto Carlos; Ralf, Edu (Tcheco 26’/2ºT), Boquita e Defederico; Bill (Morais, INT) e Souza. Técnico: Mano Menezes

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OS QUE MAIS JOGARAM

Os que mais jogaram:

1. Wladimir (1972/85 e 1987) – lateral-esquerdo – 805 jogos
2. Luizinho (1948/67 e 1969) – meia – 603
3. Ronaldo (1988/98) – goleiro – 602
4. Zé Maria (1970/83) – lateral-direito – 599
5. Biro-Biro (1978/88) – meia – 589
6. Vaguinho (1971/81) – ponta – 551
7. Cláudio (1945/57) – ponta – 549
8. Olavo (1952/61) – zagueiro – 506
9. Rivelino (1965/74) – meia – 474
10. Idário (1949/59) – lateral-direito – 468
11. Rafael (1953/63) – meia – 451
12. Roberto (1947/60) – meia – 450
13. Marcelinho Carioca (1994/2001) – meia – 427
14. Oreco (1957/65) – lateral – 408
15. Wilson Mano (1986/92 e 1994) – volante – 405
16. Baltazar (1945/57) – atacante – 401
17. Gilmar (1951/61) – goleiro – 395
18. Tião (1968/77) – volante – 367
19. Servílio (1938/49) – neia – 360
20. Marcelo (1987/93) – zagueiro – 342
21. Tupãzinho (1990/96) – meia – 340
22. Eduardo (1981/88) – 336
23. Mauro (1978/87) – zagueiro – 335
24. Luís Carlos (1967/74) – zagueiro – 333
25. Cabeção (1949/66) – goleiro – 323
26. Walmir (1954/63) – meia – 311
27. Zenon (1981/85) – meia – 304
28. Sócrates (1978/84) – meia – 298
29. Neco (1913/30) – atacante – 296
30. Goiano (1952/59) – zagueiro – 296
31. Ari Clemente (1958/64) – lateral-esquerdo – 294
32. Henrique (1992/97) – zagueiro – 292
33. Brandão (1935/46) – meia – 283
34. Viola (1988/95) – atacante – 283
35. Ditão (1966/71) – zagueiro – 282
36. Geraldão (1975/81) – atacante – 280
37. Márcio (1985/93) – volante – 272
38. Munhoz (1928/40) – meia – 271
39. Silvinho (1993/99) – lateral-esquerdo – 269
40. Fabinho (1989/93 e 1995) – ponta-direita – 263
41. Gil (2000/05) – atacante – 263
42. Kléber (1998/2003) – lateral-esquerdo – 259
43. João Paulo (1984/89) – ponta-esquerda – 258
44. Casagrande (1982/86 e 1994) – atacante – 256
45. Paulo (1954/60) – atacante – 254
46. Wagner (1978/85) – zagueiro – 254
47. Ezequiel (1990/95) – volante – 254
48. Ricardinho (1998/2002) – meia – 254
49. Adãozinho (1971/78) – meia – 253
50. Basílio (1975/81) – meia – 253

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OS MAIORES ARTILHEIROS

Os que fizeram mais de 100 gols:

1. Cláudio (1945/57) – ponta – 305 gols
2. Baltazar (1945/57) – atacante – 266
3. Teleco (1934/44) – atacante – 251
4. Neco (1913/30) – atacante – 235
5. Marcelinho Carioca (1994/2001) – meia – 206
6. Servílio (1938/1949) – meia – 201
7. Luizinho (1948/67 e 1969) – meia – 175
8. Sócrates (1978/84) – meia – 172
9. Flávio (1964/69) – atacante – 170
10. Paulo (1954/60) – atacante – 146
11. Rivelino (1965/74) – meia – 144
12. Carbone (1951/57) – meia – 135
13. Zague (1956/61) – atacante – 127
14. Rafael (1953/63) – meia – 111
15. Vaguinho (1971/81) – ponta – 110
16. Viola (1988/95) – atacante – 105
17. Casagrande (1982/86 e 1994) – atacante – 103

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TÍTULOS

Campeonatos

Internacionais

1° Mundial de Clubes da FIFA 2000 (invicto)

Nacionais

4 Campeonatos Brasileiros – 1990, 1998, 1999, 2005

3 Copas do Brasil – 1995 (invicto), 2002 e 2009

Interestaduais

5 Torneios Rio-São Paulo – 1950, 1953, 1954, 1966 e 2002 (Maior Campeão)

Estaduais

26 Campeonatos Paulistas – 1914 (invicto), 1916 (invicto), 1922/23/24, 1928/29 (invicto)/30, 1937/38 (invicto)/39, 1941, 1951/52, 1954, 1977, 1979, 1982/83, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2009 (invicto) (Maior Campeão)

TORNEIOS

Internacionais

Copa Presidente Marcos Pérez Gimenez/Pequena Taça do Mundo (Venezuela, 1953)
Torneio Internacional Charles Miller (Brasil, 1955)
Copa do Atlântico (1956)
Copa Cidade de Turim (Itália, 1966)
Torneio Costa do Sol (Espanha, 1969)
Troféu Apolo V (Estados Unidos, 1969)
Copa São Paulo (Brasil, 1975)
Torneio Feira de Hidalgo (México, 1981)
Copa das Nações (Estados Unidos, 1985)
I Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos (Brasil, 1986)
II Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos (Brasil, 1987)
XLII Troféu Ramón de Carranza (Espanha, 1996)

Interestaduais

Taça Supremacia/Torneio Quinela de Ouro (1942)
Torneio de Brasília (1958)
Pentagonal do Recife (1965)
Triangular de Goiânia (1967)
Torneio do Povo (1971)
Taça Cidade de Porto Alegre (1983)

Estaduais

Torneio Início do Campeonato Paulista (1919, 1920, 1921, 1929, 1936, 1938, 1941, 1944 e 1955)
Taça Cidade de São Paulo (1922)
Taça Cidade de São Paulo (1942/43, 1947/48 e 1952)
Taça Cidade de São Paulo (1978)
Taça Competência (1922/23/24)
Taça Ballor (1923/24 e 1928)
Troféu Fasanello (1938)
Taça Henrique Mundel/Festival do São Paulo Futebol Clube (1938)
Taça Prefeitura Municipal de São Paulo (1953)
Torneio das Missões/Taça Tibiriçá (1953)
Taça Charles Miller (1954 e 1958)
Taça dos Invictos (1956, 1957 e 1990)
Torneio de Classificação do Campeonato Paulista (1957)
Taça São Paulo (1962)
Taça Piratininga (1968)
Torneio Laudo Natel (1973)
Taça Governador do Estado (1977)
Copa Bandeirantes (1994)

TAÇAS E TROFÉUS

Internacionais

Taças Cittá de Firenze, Ao Empório Toscano, Sudan Ovais e Professor Caputto (1929)
Copa dos Campeões (1986)

Nacionais

Taça Mais Querido do Brasil (1955)
Troféu Osmar Santos (2005)

Interestaduais

Char de la Victoire e Taça Vada (1928)
Taça Apea (1930)
Taça Aliança da Bahia (1936)
Taça Prefeitura de Salvador (1936)
Taça Linha Circular (1938)
Taça de Campeões Rio-São Paulo (1941)

Estaduais

Taça Beneficência Espanhola (1915, 1916)
Taça Cronistas Esportivos (1916)
Taça oferecida pelo dr. Alcântara Machado (1916)
Taça oferecida pelo sr. Celinho Ambrósio (1917)
Taça Amílcar Barbuy (1919)
Taça União Brasil (1919)
Taça 47 (1919)
Taça Neco (1920)
Taça Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho (1920)
Taça Prefeitura Municipal de Guaratinguetá (1920)
Taça Ida (1921)
Taça Antarctica (1921)
Taça ao Preço Fixo (1921)
Taça Sacadura Cabral e Gago Coutinho (1922)
Taça Cântara Portugália (1922)
Taça Joalheria Castro (1925)
Taça Guido Giacominelli (1925)
Taça Agência Ford (1925)
Taça Studebaker (1925)
Taça Lacta (1926)
Taça Centenário do Uruguai (1926)
Taça Guanará Espumante (1926)
Taça Francisco Rei (1926)
Taça Apea (1926)
Taça De Callis (1926)
Taça Elixir de Cabo Verde Composto (1926)
Taça Adamastor (1926)
Taça Fábrica de Gelo Vila Mathias (1927)
Taça Sarmento Beires (1927)
Taça Ribeiro de Barros (1927)
Taça Tipografia Carvalho (1927)
Taça O Comerciário (1927)
Taça Almirante Sousa e Silva (1929)
Troféu Washington Luís (1930)
Taça Ministro do Chile (1928, 1931)
Troféu Liga Paulista (1939)
Taça Duque de Caxias (1941)
Taça Manoel Domingos Corrêa (1942)
Troféu Bandeirante (1954)
Troféu Lourenço Fló Júnior (1962)
Taça da Solidariedade (1994)

TÍTULOS HONORÍFICOS

Galo da Várzea (1910, 1913)
Campeão do Centenário (1922)
Campeão dos Campeões do Brasil (1929)
Tri tricampeão paulista
Campeão Honorário do Brasil: Torneio Rio-São Paulo (1950)
Fita Azul do Futebol Brasileiro (1952)
Campeão Internacional dos Invictos (1954)
Campeão dos Centenários (1922 e 1954)
Campeão Paulista do Século XX

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ÍDOLOS – NECO, O PRIMEIRO

Nessa seção, o objetivo é homenagearmos os grandes ídolos que honraram e fizeram história com o manto alvinegro.

O primeiro grande ídolo da Fiel torcida, foi Manoel Nunes, o Neco.

Nascido em São Paulo, em 7 de março de 1895, Neco atuava como ponta, meia ou centroavante. Ao longo dos 100 anos, ninguém vestiu por tanto tempo a camisa corintiana. Foram dezessete anos (recorde), de 1913 a 1930, fazendo 296 jogos e marcando 235 gols. É o quarto maior artilheiro do clube.

O Sport Club Corinthians Paulista era tudo em sua vida. Neco dizia que preferia morrer do que viver sem ele. Foi um símbolo do clube em sua primeira década. Começou como jogador do terceiro quadro, em 1911, e teve a honra de ser o primeiro a ganhar uma estátua nas dependências do Parque São Jorge.

Foi campeão paulista de 1914 e 1916 e duas vezes tri-campeão, em 1922/23/24 e 1928/29/30. Junto com Amílcar Barbuy, foi o primeiro corintiano convocado para a Seleção Brasileira, sagrando-se campeão campeão sulamericano em 1919 (primeiro título da história canarinho) e 1922.

Ficha Técnica

Títulos – 8

Gols – 235 (4° maior artilheiro)

Jogos – 296

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